MENSAGEM DE BOAS VINDAS:

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"O Senhor te abençoe e te guarde, O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz!" (Números 6:24-26)
"A graça do Senhor Jesus seja com todos." (Apocalipse 22:21)

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O AMOR EXEMPLIFICADO


O AMOR EXEMPLIFICADO

Nos dias de Cristo, os judeus, com a mente obscurecida por tantos anos de distanciamento de Deus, não tinham muita certeza de quem era seu próximo. Excluíam dessa categoria os gentios e os samaritanos, por serem estrangeiros e inimigos. Mas, entre seu próprio povo, quem era o próximo? Foi para responder a esta indagação que Jesus contou certa feita, a parábola do bom samaritano, registrada em Lucas 10:30-37.

O samaritano se aproximou. Chegou bem perto do homem ferido. Logo reparou que era um judeu, alguém que odiava sua raça, alguém de outra religião, alguém que provavelmente jamais o ajudaria, se as posições estivessem invertidas. Mas isto não importava. Quem estava ali precisando desesperadamente de ajuda era um ser humano. Para ele, isto era motivo suficiente para prestar auxílio. Diz a Bíblia: "Vendo-o, compadeceu-se dele". Ele primeiro, teve compaixão em seu coração, e tudo o mais que ele fez daí em diante foi apenas o resultado da misericórdia, do amor que nele habitava.

Meditando nesta parábola podemos ainda perceber outras preciosas lições espirituais. As pessoas que se relacionaram com o homem ferido podem ser classificadas em três grupos, cada uma delas demonstrando uma atitude e uma filosofia de vida.

O primeiro grupo é representado pelos assaltantes. Sua atitude foi a cobiça. Milhões vivem uma vida de egoísmo e ganância, procurando preservar ao máximo tudo quanto possuem e se empenhando em transferir do próximo para si mesmo tudo quanto puderem. Essa classe aumenta à medida que o fim se aproxima. O apóstolo Paulo escreveu: "Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos,... implacáveis,... cruéis" (2Tm 3: 1-3).

A segunda classe é retratada pelos religiosos: o sacerdote e o levita. Sua atitude diante do infortúnio alheio foi de indiferença. Pode ser que não pertençamos ao primeiro grupo, o dos cobiçosos, mas não é verdade que muitos de nós que somos cristãos, nos identificamos com a classe dos que são indiferentes para com a dor, a tristeza e a infelicidade dos outros? Quantas vezes, mesmo empenhados na obra de Deus, nos entusiasmamos com novos projetos e métodos e alvos, e, contudo, somos indiferentes para com as pessoas. Nenhuma obra, nenhuma atividade, por mais sagrada que seja, vale mais que um ser humano. No momento em que se depararam com o moribundo, pensaram estar sozinhos, pensaram que ninguém os havia visto. Na verdade, ao encontrarem o homem semimorto "todo o Céu observava, para ver se o coração desses homens seria tocado de piedade pela desgraça humana”. Que decepção! Eles passaram de lado! O Céu nos observa. Não estamos nós, muitas vezes, passando de largo uns pelos outros?

A terceira classe é representada pelo bom samaritano. A força motivadora de sua vida é o amor, amor este que "procede de Deus" (1Jo 4:7). Quem o manifesta, claramente evidencia que é convertido (1Jo 3:14; 4:7). Tal amor cumpre a lei (Rm 13:8-10; Gl 5:14). Aquele que vive sem levar Deus em conta busca apenas seus próprios interesses, vive unicamente para si ou, quando muito, também para sua família. Mas aquele que busca agradar a Deus estende seu raio de ação para além de si e dos seus, e está disposto a ajudar a quem se encontra em necessidade. Essa qualidade de amor é de origem celestial e só é encontrada no coração daqueles que são realmente convertidos. "Quando o eu está imerso em Cristo, o amor brota espontaneamente. A perfeição de caráter do cristão é alcançada quando o impulso de auxiliar e abençoar a outros brotarem constantemente do íntimo - quando a luz do Céu encher o coração e for revelada no semblante".

Na capela da Santa Casa de Misericórdia, em Cuiabá, no lado de fora está escrito: "Aqui entramos para amar a Deus". Do lado de dentro, havia outra inscrição que dizia: "Daqui saímos para amar o próximo". Que grande verdade! Devemos ir à igreja para adorar e amar a Deus e devemos sair da igreja, desejosos de amar e servir ao próximo.

Qual é a sua filosofia de vida? A dos assaltantes, a dos religiosos ou a do bom samaritano? Que força o impulsiona no relacionamento com o próximo? A cobiça, a indiferença ou o amor? Que tenhamos tempo e atitude para refletir neste assunto com a ajuda e as bênçãos de Deus.

"O Senhor te abençoe e te guarde,
O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti,
e tenha misericórdia de ti.
O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz!"
Nm 6:24-26
"A graça do Senhor Jesus seja com todos."
Ap 22:21

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